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sábado, 19 de dezembro de 2015

Star Wars The Force Awakens; a nostalgia, o futuro.

Vi-o finalmente, depois de uma longa espera, e muita antecipação. Esta é a minha reação a Star Wars The Force Awakens (SEM SPOILERS).

Vou dizê-lo logo: gostei. Se é tão bom como a trilogia original? A meu ver, nada pode tocar naqueles filmes, são especiais; é, no entanto, digno de estar associado a eles, segue a formula. É melhor que as prequelas. Tudo o que pedi para este filme, acreditando que seria irrealista pedir que fosse perfeito, é que fosse ao nível de Guardians Of The Galaxy (uma aventura espacial divertida e com alma); meu pedido foi atendido, e se calhar, talvez superado.
O que é este fenómeno mundial? Só posso dizer que os filmes devem ter tocado no coração de outras pessoas como a mim. Tinha eu uns dez ou doze anos, a idade perfeita, quando vi a trilogia original pela primeira vez. Foi, na altura, para mim, a historia mais bem contada de sempre, e num mundo tão credível, apesar de ser passado no espaço: era poeirento, enferrujado, sujo mesmo (algo que falta a muitos filmes hoje em dia). Aqueles filmes de 77 a 83 fizeram um casamento perfeito entre ficção cientifica e fantasia: temos as naves espaciais, e depois a mística Força, a luta do bem contra o mal, um senhor das trevas (por assim dizer) e um grupo de heróis (com diferentes especialidades) para o derrotar. Até hoje, ainda guardo a trilogia original no meu top 5 de melhores filmes, tenho-os como um filme só; e nunca vão sair de lá. Depois de os ver a primeira vez, repeti a experiência de seis em seis meses (mais coisa, menos coisa), e cada vez tocavam-me de igual forma. Enquanto alguns gostam mais do episódio IV e outros acham que o V é o melhor tecnicamente, eu fui dos sortudos que acreditam que os filmes melhoraram à medida que progrediram, o Return of The Jedi ainda me toca em tantas emoções. Tenho uma página que administro no facebook: Fans of Star Wars, vivo numa galáxia longínqua todos os dias.
Agora o filme: o melhor de The Force Awakens foi, sem duvida. as actuações, otimas actuações por parte de todos os actores - nova e antiga geração. Se tivesse mesmo de destacar alguém, destacada Rey, uma forte personagem feminina - a minha preferida - e o pequeno robot BB8, mas tiveram todos bem, Finn, Poe, Han Solo, Chewbaka. O humor está no ponto, ri alto em algumas situações. A ação é muito, mas muito boa. Embarcamos numa aventura divertida, como deve ser nestes filmes, em que não sabemos que contornos vai ter. Voltámos ao realismo, como frisei acima, aquele estilo sujo e usado de todos os adereços, algo que faltou às prequelas. O filme roça, sem nunca resvalar, o estilo de filmes para adolescentes como Hunger Games, Maze Runner ou mesmo Harry Potter, há um certo paralelismo. Mas depois lembrei-me que também a trilogia original, de certa forma, e transcendeu gerações.
O menos bom, porque há sempre um menos bom: o vilão Kylo Ren, gostei dele, mas não percebi bem as suas motivações. Existe também um personagem em CGI, que no meio de tanto adereço realista, não me convenceu. Em certas ocasiões, é demasiado igual ao que já se viu, quase que era um remake, invés de uma sequela.

Nota: 8/10

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Tiago Dutra

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Quantas vezes ouvi: "Já não tens idade para isso". E enquanto me tentava encaixar no que julgavam certo, largava o que era certo para mim, uma luz foi-se extinguindo. Foi só quando me aceitei por quem sou: um geek, que abracei a imaturidade dentro do meu corpo já adulto, é que me permiti ficar mais solto, ganhar liberdade, ser mais feliz. 
Eu gosto de comics, adoro cinema, aprecio arte de fantasia, adoro escrever, primeira paixão foi a TV, ainda vejo animação, gosto de historia: meus escapes. 
Ser geek não é usar óculos e ser franzino, esse é o estereotipo, ser geek é viver com paixão aquilo que gostamos; podemos todos ser geeks. 
Dar asas à minha imaginação e criatividade, ser eu mesmo,permitiu-me realizar sonhos: publiquei o livro “Terra Antiga o Duelo”; participei no livro “Contos ao Vento”. Minha primeira experiência na blogosfera: pensamento-indescoberto. Entrei nos Workshops de Pedro Chagas Freitas; tenho também um canal no youtube com o mesmo nome que este blogue.
Posso estar a envelhecer, mas enquanto me deixar ser imaturo, posso também, de uma maneira, ser jovem para sempre.

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